Enecos e Enecom 2010 na Caros Amigos

A Revista Caros Amigos publicou matéria sobre as Executivas de Curso e seus encontros de área nesta segunda-feira (12/07). A ENECOS (Executiva dos Estudantes de Comunicação Social) com o ENECOM (Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação Social) aparecem logo no início. Confira!

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Fotos: O IACS por ele mesmo

No dia da instalação dos containers no IACS aproveitei a câmera em punhos e resolvi fotografar o IACS. Centrei-me em alguns problemas estruturais do instituto e logo depois mostrei as fotos para alguns estudantes que estavam por ali.

O comentário de um rapaz próximo do  término do curso em especial me chamou atenção : ” – Caramba! Estou há tanto tempo no meio “disso”, todo dia, o dia inteiro, que nem me dou conta mais. Acho que é porque a gente se acostuma…”

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Sábado é dia de pré-encontro

O quarto e penúltimo pré-encontro do Rio para o Enecom Parahyba 2010 acontecerá no próximo sábado, 3 de julho, e colocará em pauta o atual modelo de comunicação e a qualidade de formação do comunicador.

Na mesa, estarão os debatedores Adilson Cabral e Leandro Uchoas.

Itinerantes, os prés já passaram pelas faculdades UERJ, UFF e UFRJ. E a próxima parada é a PUC, na sala K-105 (campus da Gávea).

Os pré-encontros são abertos a quem quiser participar. Portanto, se você não tem a disponibilidade ou não pretende ir ao Enecom deste ano mas se interessa pelo tema abordado, compareça.

A PUC-RIO fica situada na Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea. Para chegar lá, basta saltar no ponto final de uma das linhas de ônibus: 410, 157, 432, 128, 435, metrô na superfície; ou 170, 158 e descer na entrada lateral.

Publicidade de alimentos pouco nutritivos na mira da Anvisa

A linha que separa o alimentar-se – ou “comer bem” – de matar a fome é tênue. Se comer salgadinho e beber refrigerante pode parecer indigesto para alguns, para outros tantos pode se tornar um hábito.

Compartilhamos da idéia de que, se não há prejuízo a terceiros, cada pessoa deve ter autonomia sobre suas escolhas; o que inclui a liberdade de consumir o que mais lhe agrada. Mas será que essa escolha sempre é consciente?

É nessa linha que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nessa última terça-feira (29/6) a nova regulamentação para publicidade de alimentos pobres em nutrientes e com elevada quantidade de açúcar, gordura saturada, gordura trans e sódio.

Segundo divulgação no portal da Agência, o objetivo da medida é garantir aos consumidores o direito à informação e a proteção contra práticas que possam induzir ao consumo excessivo dessas substâncias. E a preocupação é ainda maior quando se trata do público infantil, mais vulnerável e, segundo pesquisas, responsável por até 80% das escolhas na hora das compras.

“Com a nova resolução da Agência, ficam proibidos os símbolos, figuras ou desenhos que possam causar interpretação falsa, erro ou confusão quanto à origem, qualidade e composição dos alimentos. Também não será permitido atribuir características superiores às que o produto possui, bem como sugerir que o alimento é nutricionalmente completo ou que seu consumo é garantia de uma boa saúde”.

Hoje, um biscoito ou achocolatado que contém 7 vitaminas pode parecer um alimento completo, mas outros elementos de baixo valor nutritivo ou prejudiciais à saúde presentes no mesmo produto só são encontrados em consulta à pequena tabela de informações nutricionais no cantinho da embalagem. Da mesma forma, um refrigerante light ou zero pode parecer não apresentar malefícios para a alimentação.

Com a regulamentação, ao se divulgar ou promover alimentos que se enquadram nas características citadas, será necessário veicular alertas sobre as consequências do consumo excessivo do produto.

E que puxão de orelha do Conar que nada. Quem não se adequar às novas normas num prazo de até 180 dias terá que arcar com penalidades pra lá de salgadinhas. As sanções vão de notificação à interdição e multas entre R$ 2 mil e R$ 1,5 milhão.

O Conselho de Autorregulamentação Publicitária ainda não se manifestou a respeito, mas o palpite é de que haverá resistência – como em nota divulgada em junho de 2009 a respeito das restrições da Anvisa para publicidade de medicamentos -, já que o Conselho se antecipou e lançou um livro a respeito. Afinal, vendendo bem, que mal tem?